Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 10/07/2020

É indiscutível que as pessoas observem que há uma taxa elevada de meninas que se tornam mães muito cedo, e, isso se deve a vários fatores, dentre eles falta  de instrução, vergonha de solicitar o uso de preservativo pelo seu parceiro, violência sexual ou ingenuidade por medo de perder seu companheiro se não fizer o que ele deseja.

Em uma primeira análise, gravidez na adolescência é algo cada vez mais comum atualmente e uma prova disso é que 7,3 milhões de meninas se tornam mães todos os anos pelo mundo de acordo com o site Toda Matéria, e , não ausente desta equação está o Brasil que cerca de 300 mil bebês nascem de mães entre 12 e 17 anos.

Como pode ser observado, o fator da gestação precoce é uma das grandes causas de evasão escolar, devido ao novo desafio que uma menina irá enfrentar junto a incerteza se conseguirá lidar com escola e filho. Porém não deve ser deixado de lado o medo de julgamento ou bullying que a jovem poderá sofrer no ambiente escolar.

Ainda em última análise é algo inegável que muitas meninas são pressionadas por seus parceiros a se relacionar sexualmente ou a não usar  camisinha, como também violentadas e assim resultando em uma gravidez indesejada, apesar de ocorrer muitas vezes pela falta de instrução que a adolescente tem pela sua família.

Portanto, em razão da falta de instrução que algumas jovens tem e imposição de atividades sexuais por seus parceiros, um programa de conscientização sexual em escolas poderá ajudar com aulas e perguntas que estimulem as jovens e ajudem-nas a entender a importância de proteção e respeitar seu próprio tempo.