Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 22/07/2020
No Brasil, demonstra-se substancialmente comprometedora a propagação dos efeitos da gravidez na adolescência.Esse processo crescente no país, no contexto juvenil, atesta a negligência de setores do poder público e a insuficiência de algumas instituições formadoras de opinião no que diz respeito a um enfrentamento mais contundente contra essa problemática.
De fato, com o advento da indústria, uma modificação social foi gerado, como o afastamento entre os pais e filhos.Com isso, instituições formadoras de opinião, como a família, perdem tempo quando se fala de núcleo familiar.Portanto,sendo esta responsável pela educação moral, danos serão causados, como a gravidez na adolescência.Nesse contexto, torna-se imprescindível medidas que modifiquem essa realidade no núcleo familiar.
Ademais, é válido ressaltar que a desatenção de algumas instituições públicas favorece para a gravidez desses jovens.De acordo com estudos do ministério da saúde, 75% das mães adolescentes estavam fora da escola, além disso, 66% das gestações em adolescentes não são planejadas.Tudo isso está relacionado ao baixo nível educacional, oferecido para a maior parte da população, ainda incapaz de entender os riscos de uma gravidez na adolescência.
Logo, faz-se necessário maiores investimentos na educação por parte do Governo Federal, por meio, da formação de professores, psicólogos, para a formação de uma mentalidade de o tanto que é prejudicial a gravidez na adolescência, já previsto pela Lei de Diretrizes e Bases, LDB. Faz-se preciso também palestras, seminários, com profissionais da saúde e educação, em instituições públicas e privadas para se falar os riscos de uma gravidez na adolescência.Assim, ter-se-à uma nação pautada na educação e índices de gravidez em jovens reduzidos.