Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 24/07/2020
Na atualidade, um assunto que vem sendo debatido em diversas áreas da sociedade brasileira é a gravidez na juventude, que afeta milhares de jovens no país, sendo que em 2015, quinhentas e setenta e quatro mil crianças nasceram de mães na faixa dos doze aos dezenove anos no Brasil, segundo o ministério da saúde. Tal fator se torna um problema as adolescentes, pois as levam a abandonar os estudos para se tornarem mães, o que colabora para à pobreza. Além disso, determinado fator evidência a falta de diálogo sobre o sexo, entre a sociedade e os jovens, visto que se tivesse, não haveria milhares de novas progenitoras juvenis anualmente.
Em primeiro lugar, um dos principais problemas relacionados a gravidez na adolescência é à evasão escolar, porque uma jovem ao engravidar, na maioria dos casos abandona à escola para se tornar mãe. Isso é um grande empecilho na vida dessas moças, por poder levar a um ciclo que resulta na pobreza, pois elas não terminam os estudos no presente nem no futuro, uma vez que não se adaptam ao tentar retornar ao ensino básico. Logo não conseguem empregos com uma boa remuneração, dado que geralmente estes requisitam o estudo.
Em segundo lugar, um dos principais fatores que cooperam para o grande índice de mães jovens no Brasil é a falta de diálogo sobre o sexo e suas consequências com os jovens, principalmente nas famílias, ou mesmo, nas escolas, por conta do assunto ser visto como um tabu que não deve ser abordado pela sociedade. Por conseguinte, a falta da conversa no ambiente escolar e familiar, leva os jovens ao sexo inseguro que contribui tanto para a maternidade prematura quanto para o desenvolvimento de doenças sexualmente transmissíveis.
Portanto, é necessário que a fim de combater à evasão escolar das mães juvenis, o governo federal, por meio do Ministério da educação forneça auxílios para as jovens, como creches e berçários que cuide de suas crianças, para que elas possam estudar. Além disso, também é necessário que o mesmo agente implante no ensino brasileiro, à educação sexual, que eduque os jovens a partir dos doze anos, sobre questões sexuais, como o sexo seguro, desse modo coibindo o crescimento da maternidade na adolescência. Certamente se devidas ações forem tomadas a gravidez juvenil e evasão escolar das jovens progenitoras será resolvida no país.