Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 20/08/2020
Na atual sociedade, a gravidez na adolescência tem se tornado um grave efeito da falta de ações governamentais rígidas, como a ausência de aulas que abordem o tema sobre educação sexual nas escolas, além da carência na distribuição de preservativos em locais específicos, postos de saúde, por exemplo. Esse cenário é intensificado, principalmente, em países com altos índices de pobreza, já que essas nações, além de não apresentarem tais atos governamentais, dispõe miníma atenção voltada para determinado tema.
Em primeiro plano, a ausência de ações governamentais que exijam aulas sobre o tema educação sexual nas escolas, a partir da oitava série, tornou-se um fator preocupante, pois durante a adolescência, quando os hormônios são produzidos de forma exacerbada, é que a vida sexual, entre a maioria dos jovens, é iniciada. Somado a esse fato, a falta de conhecimento adequado dos tipos de métodos contraceptivos a serem utilizados durante o ato sexual, acarreta, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, OMS, o aumento da taxa mundial de gravidez na adolescência, sendo 66 nascimentos a cada 1000 meninas, dados esses que revelam a realidade de países subdesenvolvidos, como o Brasil, enaltecendo o descuido com determinada problemática.
Em segundo plano, a carência na distribuição de preservativos, como a camisinha, que são os mais indicados pelos profissionais da saúde, por parte dos Governos, se interliga com a falta de discussão necessária sobre a problemática da gravidez na adolescência, citada anteriormente, tornando cada vez mais escasso o uso desses itens preventivos e, consequentemente, a disponibilidade deles em posto de saúde, já que não há aconselhamentos para que os jovens busquem utilizá-los. Além disso, a pequena porcentagem dos jovens que utilizam os preservativos enfrentam mais um problema que é a danificação dos preservativos, pois não são guardados de forma adequada, ocasionando falha na proteção e o aumento de gravidez entre as jovens.
Portanto, se faz necessária ações governamentais, por meio de leis criadas pelo poder Legislativo com o desígnio de introduzir aulas obrigatórias nas escolas, a partir da oitava série, que abordem o tema da educação sexual, com o fito de diminuir a taxa de gravidez na adolescência, já que esses jovens possuíram o conhecimento necessário sobre os métodos contraceptivos a serem utilizados, além de incentivar a discussão sobre a problemática. Ademais, devem ser realizadas, também, ações governamentais, pelo poder Legislativo, desenvolvendo leis que imponham a distribuição obrigatória de preservativos em postos de saúde e, juntamente com o auxilio médico da OMS, proporcionar maior segurança na conservação do item, reduzindo as falhas e a gravidez entre os adolescentes.