Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 01/08/2020

No Brasil, o Estatuto da criança e do adolescente, de 1990, entende que os jovens, estão em processo de desenvolvimento e que não tem total responsabilidade sobre seus atos. Sobre essa ótica é evidente, que esse grupo é o mais vulnerável no que tange á gravidez na adolescência. O qual, se faz, necessário uma maior observância governamental, para entender as causas, consequências e desenvolver ferramentas que atenuem essa problemática.

Primeiramente, é importante salientar, que a OMS(Organização Mundial da Saúde), em 2018, constatou que quanto menor a renda e nível de escolaridade, maior é as chances de da gravidez abaixo dos 18 anos. Pode-se, portanto, evidenciar que as principais causas, são não só, a desigualdade social e a desinformação a respeito dos métodos contraceptivo, mas também, a ineficácia do Estado em desenvolver por meio das escolas, o empoderamento das adolescentes, para exigir do parceiro que tome as devidas precauções. Afim, de encontrar uma solução  para essa questão e não colocar em risco o futuro desses jovens.

Outrossim, cabe analisar as consequências relacionadas a gravidez na adolescência. Por exemplo, depressão, preconceito não apenas da família mas também de toda a sociedade, trabalho infantil e evasão escolar que ocasiona o “Ciclo da pobreza”, na qual o jovem de origem humilde perde a oportunidade de exercer funções com maior remuneração por falta de qualificação. Em virtude dos fatos mencionados, ações governamentais  mais eficientes são de extrema importância para mitigar esse problema.

Infere-se portanto que o combate da gravidez na adolescência, na sociedade contemporânea é um grade desafio no Brasil, sendo assim, cabe ao Ministério da saúde, juntos com as mídias, promover o esclarecimento formal e informal acerca do assunto,  em horário nobre, de telenovelas com elenco engajado na causa, para que ao menos a falta de acesso a informação não seja um dos principais motivos para esse entrave, pois segundo Sócrates, os erros são consequências da ignorância humana.