Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 07/08/2020

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostra que de cada cinco bebês, um tem a mãe com idade entre 15 e 19 anos de idade. Embora não seja um infortúnio, as ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência precisam ser mais presentes, visto que ainda há repressão sobre o assunto. Dessa forma, em razão da omissão do problema e da educação deficitária, aflora – se um problema complexo, que precisa ser resolvido.

Primeiramente, é preciso destacar que o silenciamento é uma das causas que potencializa o problema. Segundo o filósofo Foucault alguns assuntos são silenciados por motivos predeterminados para que estruturas de poder sejam mantidas. Diante disto, observa-se uma falha em torno dos debates sobre a gravidez precoce, o que favorece o aumento da falta de conhecimento da população jovem sobre a questão, o que torna essa solução um pouco mais complicada.

Em seguida, outra causa que da forma ao problema é a falta da educação sexual. E de acordo com Kant o ser humano é fruto da educação que teve. Sendo assim, associar esse problema social, há uma imperfeição no sistema educacional é valido. No que diz a respeito a gravidez na adolescência, verifica-se uma influência, já que a escola não tem cumprido seu papel no sentido de prevenir o problema, em consequência de que essa temática não é abordada em sala de aula. Visto que, esse assunto deveria estar presente na grade curricular dos estudantes.

Portanto uma intervenção é necessária. Sendo assim, é preciso que as escolas junto com o Ministério da Saúde desenvolvam palestras, debates e programas básicos sobre a prevenção sexual que podem ocorrer no ambiente escolar, contanto com a presença de pessoas especializadas no assunto e professores. Além disso, seria interessante e importante que esses eventos fossem abertos para a comunidade, no intuito de a ver futuras conversas entre os adolescentes e seus responsáveis sobre a gravidez precoce.