Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 26/08/2020
Na obra “Utopia”, do escritor Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a gravidez na adolescência no Brasil apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da falta de educação sexual nas escolas, quanto do início precoce da vida sexual. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim de pleno funcionamento da sociedade.
É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga é possível perceber que extrema importância que o Governo torne acessível à educação sexual com ênfase na importância do uso de métodos contraceptivos, visto que além de evitar uma possível gravidez também contribui para a diminuição de doenças sexualmente transmissíveis. Dessa forma, fica evidente a necessidade de políticas públicas para evitar a gravidez na adolescência, e consequentemente a diminuição de doenças sexuais.
Outrossim, destaca-se o início precoce da vida sexual como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que de acordo com o site “Diário de saúde” os adolescentes encontram-se vulneráveis socialmente, antecipando assim a vida sexual mais rapidamente. Assim, para amenizar essa problemática é necessário atendimento psicológicos gratuitos para toda a população, com a finalidade de amenizar a vulnerabilidade citada anteriormente.
Assim, medidas exequíveis São necessárias para conter o avanço da problemática Na sociedade brasileira. Dessarte, o Estado em parceria com o Ministério da Educação, deve promover palestras com profissionais especializados, como médicos e psicólogos, com uma linguagem fácil e acessível, por meio de investimentos com verbas públicas, com a finalidade de informar o maior número possível de adolescentes para evitar casos de gravidez precoce. Enfim, a partir dessas ações a situação será atenuada.