Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 27/08/2020

No contexto social vigente nota-que o Ministério da Saúde mostra que 68,4% das gravidez são de mulheres entre 15 a 19 anos. Observa-se que muitos adolescentes não se previnem, por isso pode vir o nascimento de crianças com os pais ainda muito jovens. Com isso pode-se notar que o aumento de aborto não legal cresce, inclusive cresce, também, o número mães com depressão antes e após o parto.

É primordial ressaltar que constata-se na ONU que 3,2 milhões de abortos não legais são feito em países em desenvolvimento todo ano, envolvendo mulheres de 15 a 19 anos, podem ocorrer mortes da mãe tentando fazer o aborto e também do feto. Desse modo muitas ações podem ser feitas para evitar mortes,

Outro fator importante é a depressão nas mães que engravidam muito cedo, muitas não tem condições psicológicas para digerir o fato de estar grávida. Além disso, no entanto, um número alto de mães muito jovens com depressão, de acordo com o Ministério da Saúde 20 % das mulheres que engravidam na adolescência ficam com depressão.

Fica claro, dessa forma que  o governo pode tentar ajudar a prevenir esses números de mulheres grávidas ainda na adolescência. Com isso o governo pode tentar implementar programas de conscientização e orientação dos jovens em relação a prevenção da gravidez, inclusive, reduzindo significativamente as doenças sexualmente transmissíveis, obtendo um controle de natalidade e prevenção de doenças, consequentemente desafogando o sistema de saúde com medidas preventivas.