Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/08/2020
A gravidez na adolescência é algo muito recorrente, principalmente no Brasil. Segundo o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), o Brasil tem a sétima maior taxa de gravidez adolescente na América do Sul. Diante disso, ações governamentais que resultem na redução dessas gestações passam a ser algo de extrema necessidade.
De acordo com o último relatório realizado pelo Fundo de População da ONU (UNFPA), ao ano, mais de 430 mil bebês nascem de mães adolescentes no país. Além disso, a taxa de fecundidade no Brasil entre meninas de 15 a 19 anos é de 62 a cada 1 mil bebês nascidos vivos, acima da média mundial que é de 44 a cada 1 mil.
Em busca de uma possível redução de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e gravidezes adolescentes, o governo passou a disponibilizar preservativos gratuitos em postos de saúde. Porém essa estratégia governamental não resultou em uma grande redução de gestações adolescentes, pois além do fato de que muitas pessoas não tem acesso a esse tipo de informação, o Brasil ainda encontra-se na sétima posição no ranking de maiores taxas de gravidezes adolescentes na América do Sul.
Dessarte, certas ações governamentais podem abrandar esses tipos de empecilhos, dentre essas então, a implantação do ensino sobre orientação sexual nas escolas, comerciais informativos sobre a importância do uso de preservativos e os riscos corridos durante as gestações adolescentes, a legalização do aborto até o terceiro mês de gestação, além de uma atitude individual em busca da prevenção sexual. Feito isso, será visível um futuro próspero e de qualidade.