Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 27/08/2020

Se tornar mãe durante a adolescência, sem a espera de uma criança e sem apoio algum, pode trazer diversas sequelas durante a vida da mãe, no que se inicia a problemas de exclusão social, até problemas físicos e casos de violência. Problemas com estudos e o futuro do adolescente também estão em jogo quando o assunto é a gravidez durante a adolescência, onde muitas vezes, o jovem abandona suas tarefas cotidianas para realizar a criação da criança que esta por vir, coisas que chegam a atrapalhar o desenvolvimento do jovem no futuro, como arrumar um trabalho ou ate realizar o ensino escolar completo.

Conforme os anos se passam, os casos de gravidez durante a adolescência vem diminuindo, porem ainda são muito frequentes e reduziram minimamente durante os anos. Segundo o IBGE, a cada cinco bebês que nascem, pelo menos um deles possui a mãe com idade entre 15 e 19 anos de idade, algo que se torna preocupante, já que a media de gravidas jovens no brasil eh maior que a média mundial, superando países como a Índia, por exemplo, que possuem a maior quantidade de pessoas em um pais.

Além do Brasil obter a maior taxa de gravidez durante a adolescência, os problemas psicológicos e físicos de uma mãe adolescente, se tornam muito mais presentes no cotidiano brasileiro, casos como gestações indesejadas podem se tornar motivos de violência extrema e problemas como depressão, estresse em excesso e ansiedade, por exemplo, que além de causarem vários transtornos para a mãe, estes efeitos podem prejudicar o desenvolvimento do bebê e trazer sequelas a vida toda.

Tendo em vista estes problemas no país, o Ministério da Saúde deve investir em programas de instrução a prevenção de gravidez, promovendo diversos métodos contraceptivos e a procura de ajuda em situações de sintomas de gravidez, investimento em propagandas com o mesmo objetivo e palestras e programas desenvolvendo a importância destes métodos. Além de campanhas realizadas pelo Ministério da Educação, que possam promover o ensino mesmo durante a gravidez do jovem e instruírem a não abandonarem o ensino para a criação do bebê, desenvolvendo métodos educativos que acompanhem o ritmo de uma gestação ou desenvolvimento da criança.