Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 27/08/2020

É de extrema importância que o governo aja para diminuir os números referentes à gravidez na adolescência, cerca de 20% da mortalidade infantil no Brasil decorrem das mortes de bebês nascidos de mães adolescentes, podendo matar até a mãe no parto, sabendo disso, este cenário precisa ser mudado o quanto antes para evitar óbitos.

Atualmente, percebe-se que a média de gravidez precoce no Brasil é maior do que a média mundial, enquanto no primeiro é de 68 bebês a cada mil adolescentes entre 15 e 19 anos, no segundo é de 46 crianças nascidas para cada mil adolescentes de 15 a 19 anos, segundo Sinasc. Um dos motivos para isso acontecer é de que: no Brasil a educação sexual é de nível inferior do que o resto do mundo, tanto em questão escolar, tanto em questão familiar, assim ocorrendo várias gravidezes por falta de proteção.

Outro motivo que leva a gravidez precoce é o abuso sexual, muitas garotas são abusadas e não tem coragem de falar com alguém próximo e só acabam por falar quando a família descobre a sua gravidez. Falta segurança e diálogo para que estupros não venham à acontecer.

Pode-se afirmar que, em razão de diminuir a gravidez precoce o MEC juntamente com o Ministério da Educação deveriam implementar uma aula obrigatória sobre educação sexual, ela será lecionada por especialistas da área. Esta aula terá o intuito de ensinar as crianças e adolescentes sobre o perigo de transar sem camisinha, falar sobre DST’s, falar sobre métodos anti-concepcionais e também ensinar os alunos a se defenderem de abusos sexuais e denuncia-los, além de orientar todos o quão o estupro é uma coisa doentia e não se deve exerce-lo. Deste modo, nas gerações futuras, teremos adolescentes mais conscientes sobre a gravidez precoce e também haverá menos estupradores, já que eles seriam ensinados desde pequeno o certo e o errado.