Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 27/08/2020

O Brasil é um das nações com maior índice de gestação na adolescência, à frente de mais de 150 países. Todos os anos, pelo menos 1 milhão de adolescentes engravidam. Levantamento do Ministério da Saúde de 2017, referente a 2015, mostrou que naquele ano foram 546.529 mil nascidos vivos de mães com idade entre 10 e 19 anos. Número que representa 18% dos 3 milhões de nascidos vivos na ocasião.

A gravidez na adolescência traz complicações e adversidades para a adolescente e para a criança que está por vir.Contribuem para essa ocorrência fatores como a pobreza, inadequação de modelos de identificação oferecidos pela sociedade, o enaltecimento da mulher grávida, famílias disfuncionais e vulneráveis e o abuso de álcool e outras drogas. Com o corpo ainda em formação, a gravidez gera risco a essas adolescentes. Os riscos de aborto espontâneo e parto prematuro aumentam carregados pela falta de estrutura, imaturidade física, funcional e emocional, que, por sua vez, podem acarretar em depressão.

Existem diversas ações que podem ser feitas pelo governo para reduzir este número enorme de meninas grávidas na adolescência, a principal delas é a informação sexual, que muitas das vezes não esta presente e acaba gerando este transtorno, ou seja seria correto levar informações para essas pessoas, uma outra ação seria a garantia de saúde para jovens que engravidarem precocemente, a um acompanhamento, aconselhamento, uma assistência social, vou citar mais uma ação que é a garantia da educação profissional, oferecendo percursos que conduzam à expectativa positiva de vida para adolescentes.