Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/08/2020
No Brasil, cerca de 930 adolescentes e jovens dão à luz todos os dias, totalizando mais de 434,5 mil mães adolescentes por ano. Este número já foi maior e agora está em queda. Ainda assim, o Brasil registra uma das maiores taxas se comparado aos países da América Latina e Caribe, chegando a 68,4 nascidos vivos para cada mil adolescentes e jovens
A gravidez na adolescência ainda é um desafio enfrentado no mundo inteiro. No Brasil, dados preliminares do Ministério da Saúde mostram que 18% dos nascidos vivos em 2015 são gerados por mães de 10 a 19 anos – ou seja, uma em cada cinco das 3 milhões de crianças nascidas no Brasil neste período são fruto de gravidez precoce. Dessas, 66% eram indesejadas.
Sobretudo, é notável que a incidência da gestação na adolescência continua aumentando, principalmente na faixa etária dos 15 anos. As estatísticas demonstram a não-utilização ou o uso incorreto dos métodos contraceptivos, principalmente nas primeiras relações sexuais. A partir desse princípio, quando os colégios não transmitem as informações necessárias que servirão de apoio para as pessoas durante a vida, ajudam para que situações como a relatada sejam mas frequentes.
Portanto, para que isso acabe logo os pais têm que quebrar esse tabu de falar sobre sexo com os filhos, pois se os pais não comunicarem os filhos os riscos que a gravidez na adolescência causa vai ser mais difícil diminuir essa estatística.