Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/08/2020
Entre os países Latinos Americanos, o Brasil possui uma média acima do que é considerado normal pela ONU(Organização Mundial da Saúde), o índice brasileiro é estimado em 65,5, sendo que essa média no mundo é de cerca de 46 a cada mil adolescentes entre 15 a 19 anos.
Com essas condições é fácil apontar como principal empecilho para a resolução desse problema o preconceito que existe na sociedade moderna com esse tipo de situação, pode se dizer também que as escolas fazem um papel importante de ter aulas sobre educação sexual e afins, mas mesmo com isso são informações muito limitadas nas mãos de um adolescente, que pode acabar contraindo uma IST (Infecções Sexualmente Transmissíveis) , com isso até pode acabar engravidando o que acaba acarretando na possível decadência social que esses adolescentes teriam.
De acordo com a diretora da organização pan Americana de saúde, a gravidez na adolescência “não apenas cria obstáculos para seu desenvolvimento psicossocial, como se associa a resultados deficientes na saúde e a um maior risco de morte materna. Além disso, seus filhos têm mais risco de ter uma saúde mais frágil e cair na pobreza”. Tendo também em conta que a gravidez é responsável por 18% da evasão escolar entre as meninas, tendo em conta que alguns casos podem ser de decorrência de abuso sexual.
Cabe ao ministério da educação incentivar as escolas e os pais a falarem com as crianças e os orientarem sexualmente, seja por meio de propagandas ou palestras para os professores e responsáveis.