Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/08/2020
As ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência são apresentadas, principalmente, por campanhas sociais. Mas mostram-se ineficientes em diminuir, objetivamente, a gravidez, mais além, em mitigar fatores que estagnam as mães em uma posição social contribuinte para a repetição desse quadro.
Visto que, quando adolescentes engravidam, elas já pertencem aos subjugados, normalmente, pelo desses não conseguirem acionar vias de escape diante de seus quadros sociais estagnados, então a questão de saúde da mão e do filho torna-se um problema ainda mais importante, tanto física quanto psicológica.
Sem contar que, tais ações não são conhecidas pela maior parte da população, que não é atendida devidamente em favor de sua proteção em um sistema no qual a probabilidade da segunda gravidez aumenta se a mulher já engravidou precocemente.
Conclui-se que, além de campanhas ineficientes, o governo deve focar no suporte da maioria dos brasileiros, na educação como forma de possibilitar a inserção de famílias marginalizadas, em um quadro mais bonito.