Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/08/2020
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade, na qual o corpo social padroniza - se pela ausência de conflitos e problemas. Esse cenário, embora correto, não é efetivado no hodierno cenário brasileiro, posto que, a persistência da gravidez na adolescência, tornou - se uma barreira para o avanço da sociedade nacional. Nessa perspectiva, é notório um Governo despreparado para resolução de questões de extrema importância a população.
Em primeira análise, o subdesenvolvimento do país está intrinsecamente ligada aos altos índices de natalidade na adolescência. Prova essa, que a cada cinco crianças nascidas, uma é entre jovens de quinze a dezenove anos em áreas de baixa qualidade educacional e desenvolvimento financeiro como Norte e Nordeste brasileiro, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geográfia e Estartísticas. Logo, a carência de investimentos nessas regiões só colaboram com a persistência da problemática.
Somando - se a isso, o tabu recorrente aos debates de temas correlacionados a sexualidade na juventude, só engrandecem a dificuldade para a amenização dos índices do IBJE. “No caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no caminho”. Atravéz desse trecho do poeta modernista Carlos Drummond de Andrade, vê se que a falta de campanhas para o combate a gravidez na adolescência é uma pedra no caminho do desenvolvimento do país. Portanto, deve ser resolvido.
Nesse sentido, medidas para o combate à natalidade na adolescência são necessárias. Urge, portanto, que tribunal de contas da união direcione capital para o Ministério da Educação para o investimento em projetos educacionais como o esporte para trazer ocupação aos alunos em áreas marginalizadas. Nesse viés, às escolas com apoio de psicólogos, tragam palestras e debates sobre os riscos, formas de prevenção a gravidez e aos cuidados com a gestação tanto ao jovem, quanto a seus responsáveis. Dessa maneira, a socidade brasileira se encaminhará mais próximo do mundo idealizado de Thomas More.