Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 27/08/2020

O mundo hoje passa por várias mudanças, a facilidade na obtenção de informações aumentou. Com isso, jovens tiveram acesso a diversos tipos de conteúdos na internet e muitos desses colaboraram para o avanço do conhecimento dos adolescentes. Porém, com o avanço do conhecimento houve uma aceleração precoce da maturidade e com isso a ideia de que os problemas e erros não aconteceriam com eles. Um exemplo claro disso é a gravidez na adolescência.

A priori, no Brasil a gravidez na adolescência não é um problema atual, pois o mesmo já acontece a muito tempo e sempre em maior quantidade em regiões com baixa renda. Em periferias e áreas rurais, muitas jovens entre 15 e 19 anos dão à luz a outras crianças e acabam sofrendo problemas físicos e psicológicos. Dessa forma pode-se destacar que os problema podem vir também por conta de abusos sexuais sendo eles de namorados e até mesmo de estranhos, que se aproveitam de jovens que não têm tanto conhecimento sobre educação sexual.

Nessa conjuntura, é possível colocar a educação como um ponto a se melhorar, por exemplo com a conscientização dos problemas que vem por conta da gravidez precoce. Dessa maneira, muitos jovens pensariam antes de realizar o ato porque o mesmo traria muitas consequências. Nessa lógica, os responsáveis deveriam deixar de lado o tabu colocado pela sociedade em cima das relações sexuais e irem conversar com seus filhos sobre o mesmo, já que a educação que a escola pode dar, não se compara a que um responsável pode.

Por fim, a população jovem deve receber auxílio das Instituições Educacionais e de seus responsáveis sobre a gravidez e a educação sexual na adolescência. Para isso, o Governo Federal deve aplicar aulas obrigatórias sobre educação sexual para jovens acima de 12 anos, sendo que nessas aulas deverão ter psicólogos e profissionais na área da saúde que não tenham uma idade tão avançada, para que os jovens se sintam livres para conversar sobre o assunto.