Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/08/2020
Embora registros mostram menores casos de natalidade adolescente, segundo o IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de cada cinco bebês que nascem, um tem a mãe com idade entre 15 e 19 anos, o que só intensifica a importância de fazer a conscientização de evitar a gravidez precoce na adolescência, pois muitas vezes essa relação é causada por falta de informações, ou fruto de casos de violência.
Segundo a Sociedade Brasileira de Psiquiatria (SPB), a desinformação sobre sexualidade, direitos sexuais e reprodutivos, são os principais motivos para a gestação precoce, e essa desinformação pode proporcionar diversos riscos e complicações para os adolescentes até mesmo para os recém -nascidos. Portanto é evidente a necessidade de investimento em educação sexual, pois 50% doa adolescentes já estão ativos sexualmente, precisando do acesso a informações, para que não aconteça um gravidez indesejada.
Além disso, podemos dizer que a gravidez precoce é um problema de saúde pública, causando risco a vida da adolescente e do recém nascido, onde algumas mães atrasam o pré-natal, porque não se sentem preparadas para contar a sua família que estão grávidas. Gerando até mesmo impactos socioeconômicos, pois muitas das grávidas abandonam os estudos e apresentam maior dificuldade para conseguir emprego. Contudo, é muito importante investir em programas de prevenção da gravidez e de planejamento familiar, quando os riscos de se engravidar diminuem para aqueles que tem ajuda médica.
Portanto, é preciso que as escolas invistam em educação sexual, por meio de palestras de prevenção e riscos, e que essa orientação seja feita pelos próprios pais dentro de casa, para que o diálogo sempre permaneça.Além disso órgãos responsáveis pela área da saúde invistam em programas de prevenção, principalmente focados a hospitais públicos, para ter uma diminuição nessa gravidez precoce.