Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 27/08/2020

Falta de conversas e informações dentro da família, ensino deficitário nas escolas e uma política pública insuficiente contrapostas à comercialização e ao fácil acesso ao sexo, geram gravidez precoce, além de doenças, mortalidade infantil e uma perpetuação de ciclos de pobreza. Apesar de ter sofrido queda, os dados sobre gravidez na adolescência continuam alarmantes e exigem uma mudança cultural da visão do sexo e do acesso à informação.

Ademais, o “atoísmo’ do Estado afeta periodicamente em relação. Sob esse viés, o desaso em promover palestras educacionais afeta ordianariamente, uma vez que, a vida escolar é determinante na formação do individuo e é na mesma que se consegue orientar e demonstrar os desequilíbrios na vida pessoal e profissional que acontecem depois de não agir cm responsabilidade. Não é razoável que a falta de investimentos permaneça em um país que busca o bem comum.

Outrossim, uma série de tabus religiosos, sociais e culturais, impedem que se discuta acerca dos métodos contraceptivos e de relação sexual nas escolas e nas famílias, o que dificulta ainda mais a prevenção da gravidez precoce.Ademais, segundo o filósofo Zygmunt Bauman em sua obra “Modernidade Líquida”, o individualismo social impede que a sociedade tenha empatia para com as jovens grávidas, o que acarreta, na maioria dos casos, em muitas delas sofrerem preconceito.

Em virtude dos fatos mencionados , é necessário a redução da gravidez na adolescência. Portanto , cabe a governo informar a população mais jovem , por meio de aulas de educação sexual , as quais vão ser produzidas com base na faixa etária de cada ano escolar , através de material feito e autorizado pelo Ministério da Educação. Além disso , através de campanhas nas escolas , promovidas pelo Ministério da Saúde , afim de conscientizar a população a respeito da importância de prevenir a gravidez na adolescência.