Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 27/08/2020

Um fato imprescindível é a falta de comunicação familiar no século XXl, causada pela evolução acelerada e recorrente nos grandes centros urbanos, cujo ensino de valores étnicos sociais passa despercebido pelas normas parentais. Com base nisto, a educação sexual é pautada de forma subjetiva e inútil na formação do adolescente, podendo acarretar gravidez precoce, e dificuldades em sua formação como cidadão. Por isso, surgem ações governamentais para mitigar esse problema.

Sob este prisma, muitos pais cogitam inútil a educação sexual, por não agregar conhecimento intelectual, e ser conceituado um taboo nos dias atuais, porém a falta deste conhecimento pode gerar diversas dificuldades, como a gravidez juvenil, considerada um risco pois o jovem não possui estabilidade social ou econômica para manter um filho, desestruturando sua base familiar que é necessária para a formação de um bom cidadão.

Dessa forma, é de suma importância as ações governamentais, tendo em vista que, as mães de classes menos privilegiadas, não terão como conciliar estudos com maternidade e não possuirão renda para sustentar o primogênito que, provavelmente, terá dificuldade para adentrar no mercado de trabalho, afetando diretamente o país que perderá uma possível mão-de-obra especializada.

Portanto, para amenizar problemas relacionados à gravidez prematura, os governadores devem proporcionar condições para permeabilizar aulas em escolas públicas sobre educação sexual, por meio da contratação de especializados em pedagogia, com intuito de poder proporcionar melhores condições de criação parental, reduzindo as taxas de abandono infantil e desestruturação financeira, a fim de formar uma sociedade justa.