Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/08/2020
Nos últimos tempos o Brasil, é marcado por diversos problemas sociais durante a adolescência, tais como, evasão escolar, depressão, traumas infantis, exclusão social, entre outros. Esses são alguns dos reflexos de uma gravidez mal planejada ou acidental instruída na adolescência, uma questão de participação estatal e saúde pública que ocorre no Brasil. Referente a esses problemas, apesar da abundância de informações presentes na sociedade, ainda há muito a ser trabalhado no quesito de conscientização para a juventude, de modo que a problemática venha a cessar. Perante a isso, é necessário analisar as causas para poder propor ações que ajudem na redução da gravidez na adolescência.
Primeiramente, pode-se dar ênfase que a falta de diálogos sobre sexo e sexualidade pode ser um dos causadores do problema, tendo em vista que o cidadão, por ser criado perante uma sociedade que vê o tema como tabu, pode, no entanto, atrasar o amadurecimento em relação ao assunto. É de conhecimento geral, que muitos temas são silenciados da sociedade, com propósitos já estabelecido, e um deles é a questão sobre a sexualidade. Desta maneira, abordar esse conteúdo em ambientes escolares e familiares, pode vir a quebrar esse tabu e ajudar na prevenção da gravidez indesejada ou mal planejada.
Da mesma forma, deve-se considerar a desigualdade social no país, uma vez que más condições, marginalidade e escolaridade, afetam os índices de gravidez na adolescência. Nesse caso, isso se dá majoritariamente a ausência do Estado, que não atua de forma efetiva em programas sociais, que visam o fluxo de informação e o auxílio em áreas pobres ou carentes.
Tendo isso em mente, fica claro a importância de ações governamentais e estatais que tenham como objetivo, diminuir as causas da gravidez na adolescência. É de suma importância que o Ministério da Saúde atue junto ao Ministério da Educação, elaborando projetos sociais e educativos em ambientes públicos, com palestras e introdução da educação sexual como matéria escolar, com o objetivo de implementar uma conversa mais clara com adolescentes e quebrando esse tabu.