Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/08/2020
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os adolescentes representam cerca de 25% da população mundial o que é um número alto, que consequentemente produz também altas taxas de fertilidade. Contudo, os problemas que esse comportamento produz, no caso, a gravidez não planejada. Desse modo, é preciso a criação de Política Públicas que utilizem a educação como um meio de abordar a sexualidade e a saúde reprodutiva.
Segundo a Sociedade Brasileira de Psiquiatria, a desinformação sobre sexualidade, direitos sexuais e reprodutivos são os principais motivos para a gestação na adolescência e essa desinformação pode transformar esse momento vital em uma crise capaz de proporcionar uma série de riscos e complicações para os adolescentes e os recém-nascidos. Portanto, é notório a necessidade do investimento governamental em educação sexual, visto que de acordo com dados da SBP, sem a educação sexual mais de 50% dos adolescentes já estão ativos sexualmente.
Portanto, é preciso que as autoridades governamentais invistam em educação sexual nas escolas, por meio de palestras de prevenção de riscos mediada por profissionais da saúde, bem como um maior acolhimento da equipe psicopedagógico para tirar dúvidas e dar informações adequadas sobre esse assunto, no intuito de informar e evitar os riscos ocasionados pela falta de acesso as informações necessárias.