Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/08/2020
No Brasil, o sexo ainda é um assunto pouco discutido pela sociedade, seja na escola ou em ambiente familiar e essa falta de diálogo e de informação acaba por aumentar, principalmente em zonas rurais e regiões mais pobres, o número de casos de gravidez precoce, causando sérios danos a saúde física e psicológica dessas mães adolescentes.
Primeiramente, A gravidez na adolescência etá interligada com diversos fatores prejudiciais à saúde dessas mães precoces, pois além de causar danos físicos a saúde dessas mulheres, visto que, muitas vezes o corpo da adolescente não está preparado para suportar a gravidez, como também danos psicológicos e até mesmo problemas na gestação, como abortos espontâneos,também é responsável por problemas sociais, como podemos exemplificar com a edição “Viva a Diferença” da série televisiva Malhação, que mostra todo o processo passado por uma mãe adolescente e os prolemas enfrentados por ela, como o distanciamento da escola, preconceito por conta dos colegas, e até mesmo a dificuldade no registro paterno da criança.
Além disso, A falta de informação e de diálogo da população juntamente com a falta de uma educação sexual de qualidade, acaba por aumentar o percentual no número de casos de meninas grávidas na adolescência. De acordo com a ONU a taxa de fecundidade no Brasil entre meninas de 15 a 19 anos é de 62 a cada mil bebês nascidos vivos, ficando acima da média mundial que é 44 a cada mil.
Contudo, é de extrema importância a ação do Governo visando diminuir os casos de gravidez precoce, como promover palestras educacionais sobre sexualidade na adolescência e incentivar e ensinar os jovens a utilizarem métodos contraceptivos de forma correta. Também é importante a discussão sobre educação sexual tanto em ambiente escolar quanto em ambiente familiar, diminuindo as dúvidas e esclarecendo a importância da prevenção da gravidez na adolescência.