Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/08/2020
No Brasil, segundo a OMS, a cada mil adolescentes brasileiras entre 15 e 19 anos, cerca de 68 ficaram grávidas e tiveram seus bebês, fazendo com que o país ficasse acima da média latino-americana em concepção na adolescência. Ademais, esse ato precoce não só prejudica a vida da crianças por não ter boas condições, mas também a mãe que, por ser pouco desenvolvida, não apresenta estrutura física e psicológica para suportar seu filho.
Além disso, de acordo com o site Tua Saúde, os riscos de gravidez na adolescência podem ir desde infecção urinária, aborto espontâneo e anemia à depressão pós-parto, rejeição ao bebê ou óbito da gestante. Bem como algumas dessas adolescentes tem conhecimento dos métodos contraceptivos, conforme o site Brasil Escola, a maioria não sabe prevenir-se de forma adequada.
Por outro lado, outra causa da gravidez precoce é a violência sexual. Consoante o site G1 da Globo, um exemplo desse ato foi o que ocorreu em agosto de 2020 em que uma garota de 10 anos, violentada pelo tio durante quatro anos, engravidou. Porém, diferente de alguns casos, ela realizou o aborto legalmente e saiu do hospital fisicamente recuperada.
Portanto, para que o índice de gravidez na adolescência seja menor, é preciso que o Ministério da Educação implemente aulas de educação sexual nas escolas por meio de dinâmicas, as quais podem ser divulgadas pela internet para que todos consigam saber sua importância, com o objetivo de manter as crianças e adolescentes conscientes acerca da concepção precoce a fim de conversarem mais sobre esses assuntos em suas casas e também, caso sofram abuso, contem aos seus pais ou professores.