Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/08/2020
O Brasil registra uma das maiores taxas de gravidez na adolescência, segundo os dados na SINASC, em 2018, cerca de 15% do total de nascidos vivos foram de mães com idade até 19 anos, o Brasil ainda possui taxa de 68,4% de nascimentos para cada mil adolescentes e jovens mulheres entre 15 e 19 anos.
A falta de conversas e informações dentro da família, nas escolas e em uma política pública insuficiente e a dificuldade para acessar os meios preventidos, geram a gravidez precoce, além de doenças, e alta mortalidade infantil.
Na internet se tenha várias informações sobre esse assunto, felizmente elas atinjam um público maior de adolescentes , por conta de muitas vezes, esses adolescentes não ter uma liberdade para conversar sobre esse assunto com os seus pais, e também, pelas escolas não dar muita importância para debater e explicar esse assunto e suas prevenções.
Além de tudo, a falta de conscientização realizada por meio de políticas públicas afetam diretamente a população menos favorecida, e é evidente que , jovens que possuem melhores condições tendem a ter melhores informações do que os adolescentes mais carentes , pois eles recebem um maior conjunto conhecimentos acerca das consequências do sexo inseguro , já que , nas escolas particulares o assunto é mais reforçado do que em nas públicas.
Entretanto, é evidente que é necessário uma redução da gravidez na adolescência. Mas, para isso , cabe a governo informar a população mais jovem , por meio de aulas de educação sexual , as quais vão ser produzidas com base na faixa etária de cada ano escolar , e através de campanhas informativas nas escolas, tanto particulares, quanto públicas.