Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 27/08/2020

Percebe-se que a gravidez na adolescência é um problema de cunho pessoal e nacional, uma vez que o despreparo das jovens, tanto fisicamente quanto emocionalmente, para a maternidade corroboram para abortos espontâneos e provocados, problemas de saúde da gestante, bem como pela evasão escolar. Neste contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados; a sexualidade precoce entre os jovens e a falta de informações sobre contraceptivos. Desta forma, urge que os órgãos governamentais tomem medidas vigorosos para reverter essa triste realidade.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, os óbitos gerados pela gravidez precoce, no Brasil, representam 20% da mortalidade infantil no país, isso se deve ao despreparo corporal das jovens, o qual pode levá-las à morte. Esses fatores decorrem da ausência de orientação sobre sexualidade, a qual poderia ser abordada em sala de aula a fim de evitar a contração de doenças sexualmente transmissíveis e concepção indesejada.

E com isso, o tabu recorrente aos debates de temas correlacionados a sexualidade na juventude, só engrandecem a dificuldade para a amenização dos índices do IBJE. “No caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no caminho”. Através desse trecho do poeta modernista Carlos Drummond de Andrade, vê se que a falta de campanhas para o combate a gravidez na adolescência é uma pedra no caminho do desenvolvimento do país. Portanto, deve ser resolvido.

Nesse sentido, medidas para o combate à natalidade na adolescência são necessárias. Portanto, que tribunal de contas da união direcione capital para o Ministério da Educação para o investimento em projetos educacionais como o esporte para trazer ocupação aos alunos em áreas marginalizadas. Nesse viés, às escolas com apoio de psicólogos, tragam palestras e debates sobre os riscos, formas de prevenção a gravidez e aos cuidados com a gestação tanto ao jovem, quanto a seus responsáveis