Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/08/2020
Conforme a ONU (Organização das Nações Unidas), existe no mundo 1,8 bilhões o que é uma quantidade bem elevada o que leva um grande número de fecundidade. No entanto, o problema não é o fato da fecundidade, mas sim o comportamento psicológico. É conceituado como “total cultural”, que é o impasse de que essa conduta pode resultar em uma gravidez inesperada. Então, além de investir em campanhas de prevenção da gravidez na área da saúde, também devem ser formuladas ações governamentais que usem a educação como meio para solucionar problemas de saúde sexual e reprodutiva.
Deve-se notar que a finalidade da educação não se limita a escolas e universidades, mas também inclui vários campos. Nesse caso, segundo a revista Adolescente e Saúde, a desconhecimento sobre direitos sexuais, direitos reprodutivos e relação sexual é a fundamental causa da gravidez na adolescência, e essa desinformação pode gerar esse importante momento em uma fila de riscos e distúrbios para os adolescentes e os bebês. Portanto, é evidente que o governo precisa investir em educação sexual, se não houver educação sexual, muitos dos jovens já se relacionam sexualmente, portanto, não pode ignorar que precisam obter informações sexuais. É preciso ter conhecimentos mais essenciais e novas para se precaver da gravidez indesejada.
Além disso, a gravidez precoce é, na verdade um problema de saúde pública, pois representa uma ameaça à saúde das mães e dos bebês, e tem impacto na economia social, pois muitas mulheres grávidas desistiram dos estudos e encontraram um trabalho é mais difícil. Sob esse preconceito, o impacto econômico e é produzido como um “agregado cultural” no início da gravidez, neste caso, são essas gestantes que continuam Resultado do acesso à educação ou barreiras à educação.
Portanto, é notório para reduzir esse impasse é necessário o amparo em dois âmbitos sociais como saúde e educação. Urge, que o ministério da Saúde invista em educação sexual e instrua os estudantes jovens intermédio palestras/campanhas de prevenção de gravidez executados métodos contraceptivos sugerindo o uso de preservativo nas relações sexuais. Deste modo, de modo a informar e evitar riscos por falta de informações necessárias.