Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 27/08/2020

A gravidez na adolescência tem aumentado nos últimos tempos. De acordo com o ministério da saúde, 70% dos casos são indesejados no Brasil, e esse cenário é causado pela falta de educação  sexual no Brasil, tanto no espaço escolar, quanto no familiar.

De maneira geral, a gravidez indesejada na adolescência pode ocorrer de diversos fatores, um deles é o uso errado ou a não-utilização de métodos contraceptivos. A partir disso, quando as escolas ou pais que não falam ou discutem sobre isso, ou não passam a informação correta, contribuem para o crescimento dessa situação.

Ademais, isso também pode ocorrer de uma forma mais “obscura”, que é pela violência sexual. Em meio esta semana do dia 10 de agosto de 2020, a maioria dos canais brasileiros de jornalismo pararam para reportar uma tragédia de uma menina que engravidou aos seus 10 anos pelo seu tio, e que estava no hospital para fazer a cirurgia de aborto. Isso é inaceitável pois além de colocar a vida da menina em risco, é um crime hediondo, e segundo uma pesquisa da OMS sobre gravidez precoce, diz que a mesma é a causadora de mais mortes de adolescentes no mundo, e com isso é perceptível ver que temos um grave problema de saúde pública.

Deste modo, medidas devem ser tomadas, e nelas estão: por meio do ministério da saúde, criarem mais tipos de palestras e seminários discutindo acerca da educação sexual, e pais mais conscientes, que conversam com seus filhos e os orientam.