Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 31/08/2020

No Brasil, nas últimas décadas, houve um elevado índice de gravidez na adolescência, estimando-se meninas menores de 12 anos, e outras de 15 a 19 anos. Assim, tem-se em vista, que há desinformação acentuada nas Instituições formadores de opinião e no Ministério da Saúde. Esse assunto, portanto, há acarretado dificuldades aos indivíduos, sendo necessárias medidas, das Instituições comentadas anteriormente, a fim de buscar solução para essa problemática.

Primordialmente, as Instituições formadoras de opinião não conseguem criar debates incluindo a gravidez precoce, pois ainda é vista como “tabu” e, sendo assim, há uma certa dificuldade em encontrar palavras concretas e corretas acerca disso. Então, “empurrar-se com a barriga” parece a melhor solução. Contudo, o sexo feminino está iniciando cada vez mais cedo, a vida sexual ativa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), houve uma pesquisa sobre o índice de gravidez precoce, entre 15 e 19 anos, são 68,4% bebês a cada mil meninas. Logo, afirma-se que, em comparação com a taxa mundial, que são, 46 bebês a cada mil, o índice está aumentando constantemente.

Outrossim, o Ministério da Saúde também não está muito empenhado para diminuir esse índice, pois se estivessem passando as devidas informações aos adolescentes, sobre seus corpos e como funciona cada mecanismo, não existira tantos bebês nascendo desequilibradamente. Entretanto, também é falta de consideração não mencionar outro fator que desencadeia a gravidez, como, por exemplo, “fingir que dói” e “é desnecessário colocar a camisinha”, criando um padrão de motivos para os parceiros sexuais e, as vezes, o desgaste do empoderamento feminino para ceder ao parceiro. Logo, não é falta de consciência, pode ser falta de interesse ou de informação.

Enfim, é necessário que haja conscientização por parte das Instituições formadoras de opinião e do Ministério da Saúde, para que o abuso de poder por parte do desinteresse em saber colocar os métodos contraceptivos seja evitado. Essa conscientização pode ocorrer por meio do aumento de aulas e de técnicas sobre a educação sexual, saindo do meio superficial e entrando no meio concreto e correto, gerando desmembramentos sociais. Ademais, as campanhas publicitárias devem ser intensificadas, gerando o incito a ida ao posto de saúde, podendo diminuir a vergonha. Logo, é necessário que hajam mudanças, se não continuará na mesma.