Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 30/08/2020

Dificuldade em conciliar os estudos, atrasos ou a falta do pré-natal e, as vezes, a morte, são os problemas enfrentados por adolescentes que se tornam mães no Brasil. Logo, é importante destacar que são necessárias ações governamentais para a redução dessa problemática, bem como entender que é um dever do estado, dos familiares e das escolas combater esse problema, não somente da mulher.

Primordialmente, vale citar que a pouca informação, ou a falta dela,  sobre Infecções sexualmente transmissíveis e as consequências de uma gravidez indesejada é uma pauta que corrobora com um grande número de mães brasileiras com idade entre 14 e 19 anos. Certamente, essa realidade brasileira é comprovada pelos números, já que uma pesquisa recente do IBGE mostra que de cada cinco bebês que nasceram em 2017, um era de uma mãe adolescente. Logo, faz-se necessário uma reformulação da postura da família e das escolas para lidar com tais temas com os adolescentes.

Além disso, a falta de ações governamentais para minimizar o problema da gestação na adolescência é um impasse. Dessa maneira, não é difícil ver em postos de saúdes a falta de preservativos, masculinos e femininos, e pouca informações a respeito do tema ‘‘Gravidez precoce’’, o que, sem dúvidas, poderia ajudar a combater tal problemática. Afinal, segundo a filosofia Hobbesiana, o estado deve garantir o bem-estar da população

Infere-se, portanto, que medidas devem ser tomadas para por um fim no problema. Então, o Ministério da educação deve promover, por meio de leis e políticas públicas, a exigência da educação sexual para jovens nas escolas, públicas e privadas, para que eles tenham noções sobre as consequências de uma gravidez, e assim os números de mães adolescentes no Brasil seja minimizado. Ademais, devem ser promovidas propagandas visando a conscientização dos pais sobre falar a respeito da vida sexual de seus filhos com eles.