Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 01/09/2020
Ações Governamentais para a redução da gravidez na adolescência
De acordo com pesquisas realizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 25% da população mundial é composta por adolescentes. No entanto, a fertilidade não é um fator que reside nesse fenômeno, mas de acordo com os estudos de Psicologia Comportamental Behaviorismo, que é a análise do comportamento humano devido às condições que o sujeito é submetido, a gravidez precoce é demasiadamente preocupante. Deste modo, o incentivo a criações de programas de prevenção a gravidez na área da saúde, e a utilização da educação para repassar conceitos a respeito da sexualidade e da saúde reprodutiva são essenciais.
Em primeiro plano, convém ressaltar que com a adição de programas incentivando métodos contraceptivos em instituições escolares ou mesmo universitárias, diminuiria significativamente o número de meninas que lidam com a gravidez na adolescência. Ademais, a desinformação sobre sexualidade, direitos sexuais e reprodutivos são os primeiros passos para uma gravidez indesejada. Portanto, é notória a necessidade de investimentos governamentais em educação sexual, sendo que de acordo com os dados da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), mais de 50% dos adolescentes estão com a vida sexual ativa.
Outrossim, de fato a gravidez precoce é um problema de saúde pública, onde causa riscos à saúde da mãe, à saúde do bebê além de gerar impactos socioeconômicos no Brasil, onde muitas das grávidas abandonam os estudos, dificultando a possibilidade de garantir um emprego. Sendo assim, é necessário o Ministério da Saúde investir em programas para as grávidas que deixaram de estudar para cuidar dos filhos, possibilitando ajuda financeira do Governo ou trabalhos assalariados.
Portanto, para minimização de casos de gravidez precoce no Brasil, cabe ao Governo e principalmente ao Ministério da Educação implantar palestras em escolas e universidades, tais como, a importância do uso correto de contraceptivos, acesso a informações necessárias, um acolhimento maior da equipe pedagógica da instituição, além de retratar esse assunto sem ser considerado tabu. Ademais, cabe ao Ministério da Saúde investir em propagandas de prevenção a gravidez, além da necessidade de vagas especiais de emprego para esse tipo de situação.