Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 02/09/2020
Uma vida que pode tirar outra
Desinformação, preconceito, abandono. Esta é a triste realidade enfrentada por mulheres jovens que concebem cedo em uma sociedade exclusiva de minorias étnicas. A gravidez inesperada na adolescência traz muitas dificuldades para as meninas, como instabilidade social e emocional, educação e pobreza. De acordo com a Organização Mundial da Saúde - OMS, quando as meninas têm entre 10 e 19 anos, dizem que engravidam mais cedo. No Brasil hoje, isso acontece com frequência, principalmente em famílias com maiores necessidades financeiras.
Vale ressaltar que a incidência de gravidez na adolescência continua aumentando, principalmente na faixa etária de 15 anos. As estatísticas mostram que os métodos anticoncepcionais não são usados ou usados incorretamente, especialmente durante a primeira relação sexual. Segundo esse princípio, quando as escolas não entregam as informações necessárias para o sustento da vida das pessoas, elas ajudam a tornar essa situação mais frequente.
Além disso, é importante observar que a gravidez na adolescência pode ter um impacto profundo na saúde de mães e bebês. Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), o índice de gravidez na adolescência no Brasil é superior à média da América Latina e, segundo a mesma pesquisa, a gravidez precoce é a maior causa mundial de morte entre adolescentes, destacando o estado de alerta. Portanto, fica claro que se trata de um problema de saúde pública, pois existem múltiplos riscos preocupantes que requerem atenção especial.
Portanto, medidas viáveis devem ser tomadas para conter o desenvolvimento dos problemas sociais no Brasil. Descartes: Para incitar a gravidez na adolescência, o Tribunal de Contas da União precisa urgentemente de verbas de orientação do Ministério da Saúde, orientação de crianças e adolescentes por meio do Ministério da Saúde e palestras e seminários nas escolas sobre métodos anticoncepcionais que recomendem o uso de preservativo nas relações sexuais. Além disso, para reduzir a taxa de adolescência das mães solteiras, é necessário que a Secretaria Especial de Comunicação incentive a desconstrução das crenças patriarcais por meio de propagandas, que ainda hoje dificultam o processo de gravidez na adolescência.