Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 02/09/2020
Gravidez na adolescência
A gravidez na adolescência ou gravidez precoce, é um tabu a ser resolvido no Brasil. Muitos deixam de lado essa situação por falta de informação ou até mesmo por dificuldade para opinar sobre tal assunto. Já outros lutam pela causa, com uma opinião fixa, sendo ela contra ou a favor da criança ou adolescente ter o filho ou não.
Em 2015, foi constatado que 574.000 crianças nascidas foram de mães entre 10 e 19 anos. Levando em conta que a falta de informação, dificuldade de comunicação e o acesso restrito aos métodos contraceptivos, são causas que surgem diante da gravidez precoce. Tendo base também, consequências que submetem ao assunto como evasão escolar, preconceito, e até perda de oportunidade no mercado de trabalho. Foi comprovado que meninas quando grávidas, tem três vezes mais chances de abandonar a escola antes de completar o ciclo educacional. Além disso, de certa forma, a menina vive em um desconforto psicológico, pois muitas vezes há um preconceito por colegas, ou seja, de um grupo social, e até mesmo um preconceito familiar. Enquanto o tema sexo for um tabu na sociedade, a desinformação, o abuso sexual e comportamentos sexuais irresponsáveis, serão vistos com mesma ou até mais frequência em relação aos dias atuais.
Diante dessas situações decorrentes, a proposta de intervenção governamental é fundamental. Poderiam criar campanhas de combate à maternidade precoce, investindo em conscientização, utilizando de informadores de opinião ligado ao público infantil e juvenil, seja influenciadores digitais, apresentadores, entre outros elementos que tenham um papel importante na formação de opiniões de jovens.