Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 02/09/2020

Redução da gravidez na adolescência

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os adolescentes representam cerca de 25% da população mundial o que é um número bastante alto e que, assim produz também altas taxas de fertilidade. Assim, é claro a necessidade do investimento governamental em educação sexual, considerando que de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Psiquiatria, sem a educação sexual mais de 50% dos adolescentes já estão ativos sexualmente e, desse modo, não podem ser ignorados, eles precisam ter acesso a informações mais precisas e atualizadas, para que não aconteça a gravidez indesejada.

Desse modo, a gravidez precoce produz como “agregado cultural” os impactos econômicos provenientes da Geração dos jovens que não estudam e nem trabalham, que no caso é consequência dos obstáculos que essas grávidas enfrentam para dar continuidade a educação ou emprego formal e, dessa, forma poderem alcançar melhores projetos de vida. Então, é extremamente necessário o Ministério da Saúde investir em programas de prevenção da gravidez e de planejamento familiar, posto que os riscos de engravidar, segundo a SBP, são muito menores para aqueles que têm acesso e buscam ajuda médica, porque são mais informados sobre prevenção e conhecem as opções de controle de natalidade, incluindo a contracepção de emergência, e como consegui-las.

Portanto, é preciso que as autoridades governamentais invistam em educação sexual nas escolas para os alunos do ensino médio, através de palestras de prevenção de riscos mediada por profissionais da saúde, bem como um maior acolhimento da equipe psicopedagógica para tirar dúvidas e dar informações adequadas sobre esse assunto, no intuito de informar e evitar os riscos ocasionados pela falta de acesso às informações necessárias.