Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 05/09/2020
Na sociedade contemporânea,as pessoas precisam estudar e se capacitar para ingressar no mercado de trabalho. Nesse sentido,a gravidez na adolescência passou a ser um problema pois muitas vezes interrompe o estudo das mulheres e dificulta sua inserção no mercado,sendo necessárias medidas governamentais para coibir o problema. Diante disso, identifica-se um problema de causas específicas em virtude da falta de educação sexual e da falta de distribuição de camisinhas nas escolas .
Em primeira análise, é notória a relação inversamente proporcional entre IDH e taxas de gravidez na adolescência. Isso fica evidente em regiões como no Marajó -ilha no Pará- que apresenta um dos menores índices de IDH do país e as maiores taxas de gravidez na adolescência. Nesse contexto, fica evidente que o problema está diretamente relacionado com a educação. A falta de educação sexual nas escolas impede que as mulheres façam o uso adequado de métodos contraceptivos que impediriam uma gravidez indesejada.
Outrossim, a distribuição em larga escala de camisinhas nas escolas se mostra outro fator importante para coibir a gravidez precoce. Tendo em vista que os adolescentes são frequentemente dependentes econômicamente dos pais, acabam sem dinheiro para comprar por si mesmos os métodos contraceptivos, ocasionando a gravidez indesejada. Nesse sentido, é papel do governo promover a distribuição das camisinhas nas escolas.
Com o intuito de coibir a gravidez na adolescência e, por conseguinte, a paralisação do estudo das mulheres, o Governo Federal em parceria com o Ministério da Educação deve aumentar o ensino de educação sexual nas escolas e a distribuição de camisinhas, isso pode ser feito por meio do aumento da cargo horária de Biologia -matéria com os professores mais capacitados para ensino da temática- de maneira que existam mais horários para se debater a educação sexual e o uso de contraceptivos que também deverão ser distribuidos nas aulas.