Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 14/09/2020

A necessidade pela busca da proteção da mulher deve ser abordado com mais frequência nas reuniões internacionais, principalmente contra abuso sexual infantil. Em diversos países onde a mulher é vista como subordinada e escrava sexual, vem acompanhado da precariedade dos investimentos socio-educativo e a violência contra a mulher.

Tendo em vista que em diversos países onde a educação não é vista ou aplicada como forma de investimento e prevenção, os resultados são consequência da má gestão pública. Como podemos evidenciar num governo atual, a Ministra Damares tem aplicado junto ao Estatuto de Criança e do Adolescente, medidas essas traçadas internacionalmente em diversos países, sendo aplicado de forma mais planejada e presente nas periferias brasileiras, reduzindo a gravidez precoce.

De tal modo, acompanhado da precariedade infantil como meio de prevenção, temos a violência generalizada contra a mulher, amplamente abordado em países do continente africano, como por exemplo Serra Leoa e Zimbábue que já foram considerados países violentíssimos ao estupro e precários com investimentos governamentais, segundo a Organização das Nações Unidas. Deveríamos solicitar aos países colonizadores que definissem suas responsabilidades históricas.

Portanto,  a retomada financeira na  área da educação com objetivo de evitar com que vidas sejam expostas às gestações equivocadas, é uma estratégia de gestão. Abordar esse assunto é promover a quebra dos tabús entre famílias, grupos religiosos, trabalhos e principalmente em escolas, é fundamental para o êxito da nação. Quanto a repressão ao estupro, é necessário o firme posicionamento das autoridades públicas nas implementações de Leis e execução rígidas das penalidades, afim de servir de exemplo a toda sociedade.