Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 12/09/2020
Segundo a pesquisa realizada pelo IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 05 nascimentos,01 é de mãe adolescente de 15 a 19 anos e na sua maioria de baixa renda e pouca escolaridade.Visto que algumas das causas para essa conjuntura são a ausência de informações e dificuldade de comunicação.
A formação religiosa brasileira,é o cristianismo,que tem por uma de suas vertentes ignorar o sexo,como algo impuro e que não pode ser conversado,por consequência predomina a desinformação,seja no âmbito familiar,seja pelas escolas que não procuram abordar de forma mais significativa sobre sexualidade.
A parti dessa desinformação e a dificuldade em se comunicar resulta em jovens com vida sexual ativa mas irresponsável.Segundo a Dra. Albertina Duarte médica sanitarista do Estado de São Paulo o mais importante antes que qualquer abordagem é saber ouvi-los para assim ter uma base de suas características de adolescência que são mais complexas que de homens e mulheres adultos,é preciso conhecer esses jovens,suas trajetórias familiares e socioculturais.
O índice brasileiro de gravidezes precoces são altos e as restrições de conhecimentos sobre o assunto gera consequências desastrosas para a vida de uma adolescente. O Ministério da Saúde em parceria com o Ministérios da Educação devem a formulação de programas mais sólidos com suporte para garotas com pouca estrutura familiar,e que garantam a permanência na escola e o empoderamento das mais pobres. Dessa form,seria possível a informação e a redução da gravidez precoce.São iniciativas como essa que o Brasil terá possibilidade de mudar esse cenário e promover o bem-estar das crianças e adolescentes das camadas mais pobres do país.