Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 14/09/2020

No Brasil a gravidez na adolescência não é vista de forma tão prejudicial, como se estivesse tudo bem, a adolescente pode ter uma vida normal. No entanto se analisarmos a fantasia que é construída pela sociedade, a falta de educação sexual e preconceito na sociedade é um dos principais fatores para uma gravidez precoce.

Primeiro, " De acordo com o IBGE, a cada cinco bebês que nascem, um tem a mãe entre 15 e 19 anos". Isso mostra que, debater educação sexual na escola é necessário, quantos casos de estupro por membros da própria família seriam descobertos e denunciados, até mesmo em um namoro em que adolescentes são vítimas de atos sexuais sem o seu consentimento. Por elas não saberem como se prevenir diante de situações como essas.

Segundo, a sociedade em si é preconceituosa quando o assunto é gravidez na adolescência, pois a adolescente é associada a argumentos machistas, como " você é a culpada disso tudo, não presta por isso engravido". Infelizmente é uma realidade, o que possibilita uma gravidez pós traumática, a adolescente começar a abandonar a escola por vergonhas das críticas sociais.

Portanto, diante dos argumentos mencionados. O governo federal deve implementar um projeto, cujo seja obrigatório que educação sexual se torne uma matéria escolar, para que debates sobre educação sexual não se torne um tabu. E o Estado em parceria com as escolas deve colocar psicólogos a disposto dos alunos, com intuito de que as adolescentes que são vítimas da gravidez precoce recebam apoio e suporte médico. E assim adolescentes terão suporte e acesso a uma educação sexual saudável e saberão os meios de evitarem doenças, gravidez e abusos sexuais.