Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 12/09/2020
Consoante o filósofo Schepenhauer, o limite do seu conhecimento justifica sua ótica do mundo. Nesse sentido, as ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência percorre grandes desafios para ser alcançadas, não só por causa da formação familiar, mas também pela educação lacunar.
Em primeira análise, a falta de diálogo familiar acerca de preservativos na relação sexual compactua com os números de gravidez na adolescência. De acordo com o sociólogo Tacolt Porson, os parentes são responsáveis de produzir personalidade humana. Dessa forma, a ausência de conversa sobre o valor dos contraceptivos para evitar a gravidez na juventude não acontece por ainda ser um tabu abordar o tema com filhos. Como consequência da omissão da família, há a gestação na mocidade.
Outro aspecto relevante é que não tem educação sexual nas escolas, em virtude disso, a redução da gravidez na adolescência não obtém êxito. Conforme o filósofo kant, o ser humano é resultado da educação que recebeu. Logo, é notável que a ausência de um ensino sobre relações sexuais perpetua os números alarmantes de gravidez na adolescência.
Diante disso, ações são necessárias para erradicar a formação familiar sem diálogo e a educação lacunar. Diante disso, cabe à família ensinar sobre a importância dos preservativos, por meio de conversas, com a finalidade de fazer conhecido a importância do uso do preservativo. Ademais, o Ministério da Educação deve ampliar o currículo escolar através da matéria intitulada " Educação sexual" com o propósito de reduzir a gravidez na adolescência por intermédio do ensino. Assim, a redução da gestação na juventude acontecerá.