Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/09/2020

A todo momento, o Brasil tem um grande número de gravidez na adolescência. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil tem 68,4 bebês nascidos de mães adolescentes a cada mil meninas de 15 a 19 anos. O Nordeste e Sudeste, são as regiões com mais casos de gravidez na adolescência. E isso é um problema, pois, não estão preparadas psicologicamente e em muitas vezes financeiramente.

Segundo a OMS, o Brasil está em primeiro lugar no ranking de gravidez na adolescência na América Latina. E é um dilema, em diversos casos, as mães são abandonadas com seus filhos pelo parceiro, e acabam não tendo condições financeiras e nenhum preparo para criar uma criança sozinha. Como também, pode haver alguns problemas clínicos que são: doenças hipertensivas na gestação (pré-eclâmpsia); aumento do risco de parto prematuro; anemia gestacional; Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e baixo peso do feto ao nascer.

Já no Norte e no Nordeste, a situação é mais precária. Lá bastante famílias não têm  acessoa á educação; há grandes taxas de subnutrição; falta de energia. Em lugares como esses, é muito difícil de criar uma criança, nestes locais normalmente uma família costuma ter entre cinco e nove filhos. Eles acabam não tendo uma educação devidamente correta, dessa forma, tomam as mesmas atitudes dos pais, havendo bastante filhos e não possuindo recurso para criar um.

Diante dos as aspectos apresentados, o governo deveria investir mais nas escolas públicas, para que pudessem haver mais palestras nas escolas, informando o risco de uma gravidez na adolescência. Dessa forma, seria possível que as meninas saibam se proteger para não engravidar e até mesmo pegar DST. Só então o Brasil será um país que promove ensinamento.