Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 14/09/2020

No Brasil, o aumento do número da taxa de gravidez na adolescência, é um problema de saúde pública,relacionado com todas as classes sociais,especialmente em jovens de classes mais baixas.Segundo o G1, o Brasil tem 68,4 bebes nascidos de mães adolescentes, a cada mil meninas de 15 a 19 anos, o que ainda gera grande preocupação. Para tentar minimizar isso, é primordial educação sexual nas escolas e no âmbito familiar.

De acordo com o IBGE, apenas 30% das jovens entre 15 e 17 anos que têm ao menos um filho continuam estudando. Mediante isso, é fundamental se iniciar um diálogo sobre sexualidade no ambiente escolar, em especial sobre gravidez na adolescência,iria trazer maiores informações para esses jovens, para que façam boas escolhas.Já os pais, no momento em que as crianças  começam a fazer perguntas, devem sempre responder aquilo que perguntarem, tratando sempre o sexo e a sexualidade como algo natural, que auxilia na manutenção da saúde global", diz a psicóloga e sexóloga Priscila Junqueira.

A ausência de um espaço aberto para discussões, nas escolas sobre assuntos relacionados à sexualidade, aliada à falta de conhecimento ou informações distorcidas sobre o tema, agravam a vulnerabilidade dos adolescentes e prejudicam tomadas de decisão,levando-os a iniciar a vida sexual sem proteção, sujeitando-se a uma gravidez indesejada.A falta de conhecimento dos pais, de como passar isso para os seus filhos,também dificulta muito o processo.

Considera-se então que a participação da escola e da família no processo de educação sexual dos adolescentes é de suma importância para a vida deles,para informar e sensibilizar os jovem para questões de cuidado, relacionados a gravidez não planejada. Dessa forma, o desafio é encorajar e dar subsídios aos professores e familiares para a abertura de espaços em que possam ouvir as dúvidas e formas de pensar dos adolescentes.