Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 13/09/2020
É evidente que a gravidez na adolescência divide opiniões das pessoas, principalmente entre religiosos. Dentre tantos motivos relevantes, destacam-se: A falta de uso de métodos contraceptivos e o aborto indiscriminado.
É grane a parcela de jovens que não usam nenhum tipo de prevenção ou preservativos durante o ato sexual. Uns por desconhecerem e outros por simplesmente acharem que são imunes a tudo. Diante desse fato, as chances de contrair ou espalhar DST aumenta consideravelmente, assim também como o risco de uma gestação não planejada. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil está acima da média mundial nesse assunto e a cada 1000 gestações 62 são de meninas entre 15 e 19 anos.
Além disso, por medo ou por falta de condições financeiras, jovens recorrem a clinicas clandestinas para realizarem abortos, as quais não possuem o mínimo de estrutura para tal procedimento, sendo assim o risco de morte da mulher aumenta. Além da morte da mãe, observa-se que a morte infantil é maior em crianças nascidas de indivíduos com menos de 15 anos.
Com isso, conclui-se que a gravidez precoce é responsabilidade de todos. Devem ser adotadas medidas principalmente na questão que diz respeito a prevenção, como educação sexual nas escolas, ações e campanhas focadas em prevenções e em locais onde os casos são maiores, distribuições de preservativos onde os jovens mais frequentam, incentivo a procurar médico e assistência em casa de dúvidas, entre outras.