Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 15/09/2020

Muitas crianças nascem em condições precárias no mundo todo, anualmente 74 milhões de mulheres vivendo em países de rendas baixa e média engravidaram sem intenção. O quadro causou 25 milhões de abortos em condições inseguras e 47 mil mortes maternas. Por conta disso, é importante a educação sexual na escola e a liberação do aborto pelo governo.

Nunca foi algo fora do normal mulheres engravidar na adolescência, porém para que isso diminua consideravelmente, medidas devem ser tomadas pelo governo; sendo o principal deles a educação sexual nas escolas brasileiras, pois é onde o jovem tem o seu primeiro contato direto com a educação em geral, tendo semanalmente ou mensalmente aulas com especialistas em áreas da educação sexual como médicos, ou professores das áreas biológicas. Com a orientação certa nas escolas, muitos saberiam os conceitos básicos para prevenção da gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis. De acordo com o IBGE 40% dos jovens e adolescentes não usam camisinhas, sendo a grande maioria por não saberem o que é ou como são utilizadas.

Devemos ter em mente também que nenhum método é 100% contraceptivo, tendo certos riscos de engravidar mesmo com o uso correto das camisinhas ou anticoncepcionais, por conta disso, o governo deve liberar o aborto pois muitos jovens e adolescentes vão em países vizinhos  para abortarem clandestinamente, além de que a gravidez na juventude pode muitas vezes até ser fatal por conta do corpo não estar totalmente desenvolvido, assim como, um dos maiores problemas para a grande parcela da população brasileira de acordo com o IBGE, é a renda populacional média brasileira.

Logo, o uso adequado das camisinhas são sim importantes, mas não é o suficiente, portanto medidas devem ser tomadas pelo governo brasileiro para que isso não se alastre cada vez impossibilitando jovens de viverem suas vidas tendo que dar prioridade a outra, e sem recursos suficientes.