Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 08/10/2020
Falta de conhecimento e conversas dentro da família e ensino nas escolas geram gravidez precoce, além de doenças e mortalidade infantil. Apesar de ter sofrido queda, os dados sobre gravidez na adolescência continuam alarmantes e exigem uma mudança cultural da visão do sexo e do acesso à informação com os adolescentes.
Em primeira análise, a conversa entre os familiares é um grande entrave e tabu a ser quebrado, já que não é um assunto muito comentado, porém é necessário que principalmente os pais comentem sobre, e consigam passar o básico para seus filhos terem uma noção do que se trata. Os pais devem pensar que se isso ocorre com os filhos, grande parte deles não consegue terminar os estudos, e dificulta ainda mais a inserção deles no mercado de trabalho.
Em segunda análise, Dados do Ministério da Saúde mostram que a ocorrência de casos nas zonas rurais e periféricas é maior, ligando proporcionalmente a falta de escolaridade às chances de gestação prematura, o que mostra que esses adolescentes que moram nestas localidades precisam de que cheguem informações neles, os jovens carecem disso, para ficarem cientes de suas consequências e o que podem causar.
Portanto, entende-se a necessidade de ações governamentais para diminuir as porcentagens de ocorrência em nossa sociedade, para isso é necessário maior divulgação por parte das mídias junto com a família para informar os jovens sobre tal assunto. É necessário também que o Ministério da Saúde atue em conjunto com o Ministério da Educação, fazendo com que chegue informações nestes jovens que moram mais longe dos centros urbanos e que cheguem informações neles, juntamente com ações nas escolas, palestras e distribuição de cartilhas educativas.