Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 08/10/2020
Os adolescentes representam um número muito alto da população mundial, então a alta taxa de fertilidade é alta. Com a taxa de fertilidade alta gera a gravidez indesejada, pois não demonstram a utilização ou uso incorreto dos métodos contraceptivos. Segundo esse princípio, quando as escolas não transmitem as informações necessárias que servirão de ajuda para as pessoas durante a vida, para que a situação acima não aconteça frequentemente.
É importante ressaltar que a gravidez na adolescência pode trazer problemas de saúde tanto nas mães e nos bebês e gera impactos socioeconômicos, que fazem muitas gravidas abandonarem os estudos e ter dificuldade para conseguir emprego. De acordo com a Organização da Saúde (OMS), o Brasil tem o maior índice de gravidez na adolescência, e segundo a mesma pesquisa a gestação precoce é a maior causa de mortes de adolescentes no mundo. Portanto, está claro que este é um problema de saúde pública, pois existem vários riscos que requerem cuidados.
Vale ressaltar que, educar não se reprime as instruções escolares e universitários, posto que o seu objetivo é informar. Nesse sentido, segundo a Sociedade Brasileira de Psiquiatria (SPB), direitos sexuais e reprodutores, desinformação sobre a sexualidade são principais motivos para a gravidez na adolescência e não ter informação pode tornar esse momento com series problemas de riscos e complicações para os dois (mãe e criança).
Assim, medidas possíveis são necessárias para conter o avanço de problemas na sociedade brasileira. Com o intuito de inspirar a gravidez na adolescência, necessita de instrução as crianças e adolescentes, por meio de palestras, aulas nas escolas, sobre o uso de métodos contraceptivos sugerindo o uso de preservação nas relações sexuais.