Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 09/10/2020

O Brasil, desde o início do século XX, convive com um contexto social definido entre as famílias, que podem variar em suas tradições e costumes devido a grande extensão territorial e cultural no país. É um fato que, a gravidez na adolescência se tornou um problema de saúde pública, principalmente quando causa consequências graves na mulher e para sua família.   Dessa maneira, quando se aborda a parte médica e no que se diz sobre saúde, a gravidez comprovadamente pode sim afetar e causar complicações no corpo da gestante. Nesse sentido, dados do próprio Ministério da Saúde, revelam números consideráveis de mortes relacionadas a gravidez sendo fruto da mesma por adaptação do corpo, ou até mesmo no ato hospitalar do nascimento do bebê.                                     Entretanto, sabe-se que em um caso de gravidez no corpo de uma adolescente, o risco de danos ao corpo e ao psicológico da mulher são muito mais elevados. A população mais pobre, é a que mais sofre pela situação da saúde pública em seus bairros, regiões, e também pela falta de informação, devido a grade educacional, pedagógica e instrutiva,    pouco relevante entre as famílias e ausente nas escolas.                                         Portanto, cabe ao Governo Federal intervir junto ao Ministério da Saúde, e principalmente ao Ministério da Educação, levar informação as famílias e informar desde cedo nas escolas a importância desse assunto, promovendo mais publicidade, propaganda, atividades dentro das escolas e além de tudo conscientizar nessas ações, o público mais jovem e adolescente, levando acesso a esse conteúdo educacional ao mesmo tempo científico. Ademais, por meio dessa conscientização em massa, o acesso ao conhecimento do assunto, a prevenção da gravidez na adolescência pode com toda certeza ser mais eficaz e gerando resultados no futuro da sociedade.