Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 15/10/2020

A gravidez na adolescência pode acarretar sérios danos emocionais, fisiológicos e sociais. Análogo a isso, apesar das muitas campanhas estatais, esse problema ainda persiste, devido , sobretudo, à falta de educação sexual e à falta de apoio familiar. Diante disso, é importante usar de meios governamentais e sociais para modificar essa realidade.

Em primeira análise, é indubitável a falta de educação sexual nas escolas brasileiras. Em face disso, segundo o líder contra a segregação racial, Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo. Seguindo essa linha de pensamento, a educação deve ser usada de modo a instruir os jovens sobre as responsabilidades do início precoce de práticas sexuais.

Em segunda análise, de acordo com o jornal Diário do Nordeste, falar sobre sexualidade no âmbito familiar pode ajudar os jovens a entender mais o corpo e seus processos. Com isso, o apoio familiar é imprescindível, uma vez que o diálogo sobre a sexualidade ajuda a combater tanto a gravidez precoce quanto as infecções sexualmente transmissíveis. Desse modo, deve-se usar de meios sociais para mitigar esse problema.

É evidente, portanto, a importância não só de ações governamentais mas também de sociais para reduzir a gravidez precoce. Sendo assim, faz-se necessário que o Ministério da Educação, em conjunto do Ministério da Saúde, implemente a educação sexual obrigatória no currículo escolar, com o auxílio de psicólogos e médicos, para tornar os jovens cientes do problema e reduzir a gravidez precoce. Cabe, também, que ONGs promovam campanhas nas comunidades, por meio de profissionais da saúde, a fim de conscientizar as famílias acerca da importância do diálogo sobre sexualidade com os jovens.