Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 30/10/2020
O IBGE - instituto brasileiro de geografia e estatística- alega que, 1 a cada 5 bebês tem mãe de 15 a 19 anos. Embora esse dado pareça irrelevante, encara-se como um grave problema na sociedade. Dessa forma, em razão do silenciamento dos problemas sobre gravidez na adolescência e a insuficiência legislativa surge um problema complexo que precisa ser revertido.
Primeiramente, é preciso destacar que a falta de debates com os adolescentes, é uma causa latente do problema. Segundo uma reportagem da TV Cultura, meninas não conversam com seus responsáveis sobre relações sexuais, gerando uma gravidez de risco. Observa-se que a inexistência de diálogo sobre este assunto pode desencadear uma gestação precoce, visto que, sem o apoio familiar não tem nem acesso a consultas médicas ou pré-natais.
Em seguida, a inexistência de leis em prol da gravidez repentina configura-se também como causa do problema. De acordo com o Ministério da Saúde, o nordeste brasileiro é a região que mais possui casos de gestações não planejadas. Percebe-se então que, locais mais carentes no Brasil, são vítimas de gestações preliminares, pois não existe leis para amparar mulheres e jovens grávidas.
Portanto, faz-se necessária uma intervenção. Logo, o Ministério da Saúde deve criar uma política pública que envolva psicólogos e ginecologistas para conscientizar os jovens sobre os pros e contras de uma gestação. Além disso, a criação de campanhas destacando a importância do diálogo dos pais com seus filhos é importante, essa ação deve ser divulgada pelas redes sociais do Ministério e a política pública pode estar presente em escolas e hospitais públicos para amparar e ensinar os adolescentes. Assim ter-se-á um Brasil melhor, sem problemas com gestações na adolescência