Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 04/12/2020

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a gestação é considerada precoce quando ocorre entre os 10 e 20 anos. Apontada como uma gestação de alto risco decorrente das preocupações que traz à mãe e ao recém nascido, a gravidez nesta faixa etária pode acarretar problemas sociais e biológicos. No Brasil, os índices de gravidez na adolescência são elevados, tornando necessário adotar medidas para que essa situação seja atenuada. Dessa forma, cabe uma discussão sobre algumas das consequências dessas gestações, e em especial, medidas que podem mudar essa taxa.

Segundo uma pesquisa realizada pela Organização das Nações Unidas(ONU), o Brasil tem 68,4 bebês nascidos de mães adolescentes a cada mil meninas de 15 a 19 anos. Além disso, a maioria das adolescentes que engravida abandona os estudos para cuidar do filho, o que aumenta os riscos de desemprego e dependência econômica dos familiares. Esses fatores contribuem para a perpetuação da pobreza, baixo nível de escolaridade, abuso e violência familiar, tanto à mãe como à criança. Ademais, a ocorrência de mortes na infância é alta em filhos nascidos de mães adolescentes.

De acordo com Martin Luther King, o ser humano é aquilo que a educação faz dele, levando em consideração os altos índices, é possível constatar que há uma falha na educação sexual dos jovens brasileiros, ou não há tal educação. Todavia, o problema não está concentrado apenas na falta de ensinamentos, mas principalmente. Logo, é necessário que medidas sejam tomadas, para que seja possível atenuar tal situação.

Em suma, é fundamental o Governo Federal, através do MEC, promova aulas, palestras de educação sexual nas escolas, com o intuito de mostrar as consequências da gravidez na adolescência, de que forma isso pode afetar o futuro do indivíduo e como prevenir, assim, esses jovens estarão orientados e as chances de engravidarem diminui, por consequência, a evasão escolar por tal motivo ira diminuir.