Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 30/11/2020
O Brasil, segundo dados da ONU, apresenta um índice bem maior em comparação ao cenário mundial a respeito de adolescentes grávidas. Enquanto o cenário brasileiro tem, em média, 62 jovens grávidas a cada mil adolescentes do sexo feminino entre 15 e 19 anos, a taxa mundial possui 44 jovens grávidas a cada mil pesquisadas. esse índice significativo é consequência de vários fatores mas uma das principais causas é a falta de educação e conscientização dos jovens a respeito da gravidez. Ademais, essa falta de instrução causa sérios problemas para a jovem que acaba engravidando.
Destarte, é necessário tomar consciência sobre a educação sexual no Brasil. Segundo o Ministério da saúde, a região do norte do Brasil apresenta um porcentagem maior de crianças que nasceram de mães jovens entre 10 e 19 anos. Tendo isso vista, é possível concluir que a falta de conscientização sobre aspectos de prevenção está situando em regiões específicas do cenário brasileiro.
Consequentemente, é notório que a gravidez antes dos 20 pode ser bem prejudicial para várias mulheres. Segundo uma reportagem do portal da Uol do especialista em saúde do Drauzio Varella, ser mãe adolescente sem planejamento pode causar em exclusão social e dificuldade de conciliar a vida pessoal com os estudos. Nessa conjuntura, a mãe jovem, além de poder atrasar a sua própria, atrasa a sociedade como um todo, pois, assim, é difícil de ela contribuir para a evolução do estado brasileiro.
Portanto, cabe ao estado a produção de ações governamentais para a redução de gravidez na adolescência. Para isso, é necessário que o Ministério da Educação, junto com o ministério da saúde, faça programas de conscientização sexual, por meio de aulas curtas e práticas, em escolas de todo o Brasil, mas principalmente no norte do país, pois é lá que o índice de natalidade entre adolescentes é maior.